1911 - Hart e os seus colaboradores publicam o primeiro relatório relativo a um “fator de anti-esterilidade” nos animais.
1920 - Matthill e Conklin observam anomalias reprodutoras em ratos alimentados com dietas de leite especiais.
1922 - A vitamina E é descoberta por Evans e Bishop.
1936 - Evans, Emerson, e Emerson, isolam o que vem a ser o alfa-tocoferol na sua forma pura, a partir do óleo de gérmen de trigo.
1938 - Fernholz apresenta a formula estrutural da vitamina E, o vencedor de um prémio Nobel, Karrer, sintetiza o dl-alfa-tocoferol.
1945 - Dam e os seus colaboradores descobrem peróxidos no tecido gordo de animais, alimentados com dietas pobres em vitamina E. É proposta a primeira teoria da atividade da vitamina E como antioxidante.
1962 - Tappel propõe que a vitamina E actua como um antioxidante in vivo protegendo as células lipídicas dos radicais livres.
1968 - O Comité de Alimentação e Nutrição do Conslho Nacional Americano para a Investigação reconhece a vitamina E como um nutriente essencial para os seres humanos.
1974 - Fahrenholtz propõe as propriedades de extinção do oxigénio singleto do alfa-tocoferol.
1977 - São descritos os síndromas de deficiência em vitamina E nos seres humanos.
1980 - Walton e Packer propõem que a vitamina E pode prevenir a geração produtos oxidativos potencialmente carcinogénicos dos ácidos gordos insaturados.
1980 - McKay e King sugerem que a vitamina E actua como um antioxidante localizado primariamente na membrana celular.
1980s - Demonstra-se que a vitamina E é o maior antioxidante lipossolúvel que protege as membranas celulares da perioxidação. É demonstrado que a vitamina E estabiliza os radicais livres superóxido e hidróxilo.
1990 - É mostrada a eficácia da vitamina E na inibição da oxidação dos LDL.
1990 - Kaiser e os seus colaboradores elucidam as propriedades de extinção do oxigénio singleto da vitamina E.